O peso estagnou mesmo com dieta ou caneta emagrecedora? Entenda o efeito platô

O peso estagnou mesmo com dieta ou caneta emagrecedora? Entenda o efeito platô

Entenda os mecanismos por trás desse processo e como a dieta, os análogos de GIP e GLP-1 e a senescência celular influenciam o emagrecimento. Veja também como Senomat® ajuda a restabelecer a resposta metabólica 

Definição direta: o que é o platô no emagrecimento? 

O platô no emagrecimento é a estabilização do peso corporal mesmo com a manutenção da dieta hipocalórica ou do uso de análogos de GIP/GLP-1, as “canetas emagrecedoras”. É desencadeado pela termogênese adaptativa, mecanismo pelo qual o organismo reduz o gasto energético e aumenta o apetite para se defender da perda de peso (Rosenbaum & Leibel, 2010; Hall, 2024). Em pacientes com acúmulo de células senescentes no tecido adiposo, o platô é agravado pela resistência à insulina e ao GLP-1 induzida pelo SASP. Senomat®, senolítico de precisão à base de nanomicelas de fisetina com tecnologia FENUMAT™, elimina essas células e contribui para restaurar a resposta metabólica. 

Ideal para: platô no emagrecimento associado à dieta, aos protocolos com análogos de GIP/GLP-1, à resistência insulínica e à inflamação metabólica crônica. 

 

Por que o peso estaciona mesmo com dieta rigorosa? 

Muitos pacientes apresentam perda de peso contínua no início da dieta, seguida por estabilização progressiva, mesmo mantendo a restrição calórica. O fenômeno é explicado pela termogênese adaptativa: o gasto energético de repouso cai além do esperado apenas pela perda de massa corporal, enquanto hormônios da fome se elevam (Rosenbaum & Leibel, 2010). O déficit calórico que antes gerava perda de peso passa a ser insuficiente, pois o organismo se torna mais eficiente em conservar energia. 

O que caracteriza a termogênese adaptativa? 

  • Queda do gasto energético de repouso além do previsto pela perda de peso. 
  • Maior eficiência mitocondrial, reduzindo o custo energético das atividades diárias. 
  • Elevação de hormônios da fome e queda de hormônios da saciedade. 

 

Por que o platô também ocorre com análogos de GIP e GLP-1 (canetas emagrecedoras)? 

Em estudos clínicos de fase 3, o platô de peso com semaglutida e tirzepatida costuma surgir entre a 60ª e a 72ª semana de tratamento, mesmo com a dose plena mantida (Garvey et al., 2022; Jastreboff et al., 2022). Um modelo matemático de balanço energético mostra que esse platô não decorre de perda de potência farmacológica no receptor, mas do enfraquecimento do controle do apetite promovido por esses medicamentos: o organismo atinge um novo equilíbrio energético, no qual o gasto energético cai e o apetite se reajusta até a diferença entre energia consumida e gasta praticamente zerar (Hall, 2024). 

 

Tipo de platô  Gatilho  Mecanismo central 
Platô por restrição calórica  Déficit calórico mantido  Termogênese adaptativa: queda do gasto energético e aumento da fome 
Platô por análogos de GIP/GLP-1  Dose plena mantida  Novo equilíbrio energético; enfraquecimento do apetite, sem perda de potência do fármaco 
Platô por senescência celular  Acúmulo de células senescentes no tecido adiposo  SASP → resistência à insulina e ao GLP-1, bloqueando a resposta metabólica 

 

Existe um terceiro mecanismo por trás do platô: a senescência celular? 

Sim. Além da termogênese adaptativa, muitos pacientes em platô, inclusive sob análogos de GIP/GLP-1, apresentam um mecanismo adicional pouco reconhecido na prática clínica: o acúmulo de células senescentes no tecido adiposo. Essas células não sofrem apoptose como deveriam e secretam o SASP (Senescence-Associated Secretory Phenotype), fenótipo pró-inflamatório que compromete a sensibilidade à insulina e a sinalização do GLP-1 (Zhu et al., 2017; Yousefzadeh et al., 2018). 

Como o SASP perpetua o platô metabólico? 

Cascata do platô por senescência celular 

  • Envelhecimento + obesidade → acúmulo de células senescentes no tecido adiposo 
  • Células senescentes → liberação contínua de SASP (inflamação crônica) 
  • SASP → resistência à insulina e resistência ao GIP/GLP-1 
  • Resultado: bloqueio metabólico → platô persistente no emagrecimento, mesmo sob dieta ou análogos de GLP-1 

 

Isso explica por que alguns pacientes atingem o platô mais cedo ou de forma mais acentuada: quanto maior o acúmulo de células senescentes, maior a resistência aos sinais hormonais que sustentam o emagrecimento (Tavenier et al., 2024). 

Como Senomat® atua para ajudar a romper o platô metabólico? 

Senomat® é obtido de Rhus succedanea, fonte de fisetina, flavonol com reconhecida atividade senolítica. A fisetina inibe a proteína BCL-XL, que protege as células senescentes da eliminação imunológica; ao inativá-la, promove apoptose dirigida e reduz o SASP (Zhu et al., 2017). Com a queda da inflamação no tecido adiposo, a sensibilidade à insulina e a sinalização ao GLP-1 tendem a se restaurar, criando condições para que o organismo volte a responder à dieta e/ou ao tratamento farmacológico em curso (Yousefzadeh et al., 2018; Tavenier et al., 2024). A tecnologia FENUMAT™ encapsula a fisetina em nanomicelas de feno-grego, elevando sua biodisponibilidade em 27 vezes frente à fisetina convencional (Krishnakumar et al., 2022). 

Resumo: o papel de Senomat® diante do platô 

  • Reduz o acúmulo de células senescentes (apoptose via inibição de BCL-XL). 
  • Diminui o SASP e a inflamação crônica associada. 
  • Contribui para restaurar a sensibilidade à insulina e ao GLP-1. 
  • Favorece a retomada do emagrecimento em pacientes em platô, inclusive sob GIP/GLP-1. 

 

Quais os cenários de uso de Senomat® diante do platô no emagrecimento? 

  • Platô sob dieta hipocalórica prolongada. 
  • Platô durante uso de análogos de GIP/GLP-1, apesar da dose plena. 
  • Resistência insulínica e inflamação metabólica crônica, associadas à obesidade. 
  • Suporte antes, durante e após protocolos com GIP/GLP-1. 

 

 Importante 

Senomat® não substitui a dieta, o exercício ou o tratamento farmacológico prescrito. Sua ação incide sobre um dos mecanismos do platô (a senescência celular e o SASP), ajudando a reabrir a resposta metabólica às demais intervenções em curso. 

 

Posologia e formas farmacêuticas de Senomat® 

Posologia  Formas farmacêuticas 
20 mg, duas vezes ao dia  Cápsula • Chocolate • Suspensão oleosa 

 

Perguntas frequentes sobre o platô no emagrecimento e o papel de Senomat® 

O platô significa que a dieta ou a caneta emagrecedora pararam de funcionar? 

Não necessariamente. O platô reflete uma adaptação fisiológica à perda de peso (a termogênese adaptativa), e não uma falha do tratamento. Estudos com semaglutida e tirzepatida confirmam que a atividade farmacológica permanece preservada quando o peso se estabiliza (Hall, 2024). 

 

Por quanto tempo dura o platô metabólico? 

Em análogos de GLP-1/GIP, o platô costuma surgir entre a 60ª e a 72ª semana de tratamento (Garvey et al., 2022; Jastreboff et al., 2022). Na restrição calórica isolada, ele tende a ocorrer mais cedo, dentro de 6 a 12 meses, já que o controle do apetite é enfraquecido de forma mais duradoura pelos análogos de GIP/GLP-1 do que pela dieta isolada (Hall, 2024). 

 

Senomat® pode ser associado a análogos de GIP e GLP-1 durante o platô? 

Sim. Por atuar sobre a senescência celular e o SASP, Senomat® é compatível com protocolos com GIP/GLP-1, podendo ser associado antes, durante e após o tratamento. 

 

O platô por senescência celular é diferente do platô fisiológico comum? 

Sim. Enquanto a termogênese adaptativa é um mecanismo universal de defesa do peso corporal, o platô por senescência está associado ao acúmulo específico de células senescentes, que perpetuam a resistência à insulina e ao GLP-1 via SASP (Zhu et al., 2017; Tavenier et al., 2024). 

 

Saiba mais sobre Senomat® e outros fitoativos Florien 

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Referências científicas 

  1. GarveyWT, Batterham RL, Bhatta M, et al. Two-year effects of semaglutide in adults with overweight or obesity: the STEP 5 trial. Nature Medicine. 2022;28(10):2083-2091. 
  2. Hall KD. Physiology of the weight-loss plateau in response to diet restriction, GLP-1 receptor agonism, and bariatric surgery.Obesity (Silver Spring). 2024;32(6):1163-1168.
  3. JastreboffAM, Aronne LJ, Ahmad NN, et al. Tirzepatide once weekly for the treatment of obesity. New England Journal of Medicine. 2022;387(3):205-216. 
  4. Krishnakumar IM, et al. Enhanced bioavailability and pharmacokinetics of a hydro-hydrogel formulation of fisetin in healthy individuals: arandomiseddouble-blinded crossover study. Journal of Nutritional Science. 2022;11:e74. 
  5. Rosenbaum M, Leibel RL. Adaptive thermogenesis in humans.International Journal of Obesity. 2010;34(Suppl 1):S47-S55.
  6. TavenierJ, et al. Fisetin as a senotherapeutic agent: Evidence and perspectives for age-related diseases. Mechanisms of Ageing and Development. 2024;222:111995. 
  7. Yousefzadeh MJ, et al. Fisetin is asenotherapeuticthat extends health and lifespan. EBioMedicine. 2018;36:18-28. 
  8. Zhu Y, et al.Newagents that target senescent cells: the flavone, fisetin, and the BCL-XL inhibitors, A1331852 and A1155463. Aging (Albany NY). 2017;9(3):955-963. 

 

Material destinado ao profissional da área da saúde. 

As informações compartilhadas neste blog têm a finalidade de fornecer conhecimento geral e não devem ser utilizadas como substituto para a orientação de um profissional médico ou para o tratamento de condições específicas. As informações apresentadas aqui não têm a intenção de diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado e de sua confiança para obter orientações personalizadas e adequadas ao seu caso.

 

 

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