O que a ciência já sabe sobre creatina e cognição em mulheres 40+

O que a ciência já sabe sobre creatina e cognição em mulheres 40+

Entenda por que as mulheres podem ter menos creatina no cérebro, o que os estudos mostram sobre memória e tempo de reação, e onde a creatina CLONAPURE® se encaixa.

A creatina pode ajudar na cognição de mulheres a partir dos 40 anos?

A creatina participa da produção rápida de energia no cérebro, e as mulheres tendem a ter menos creatina no organismo e no cérebro do que os homens (Smith-Ryan et al., 2021). Uma meta-análise de ensaios clínicos mostrou melhora da memória com a suplementação de creatina (Prokopidis et al., 2023). A creatina CLONAPURE® é um complexo trimolecular que dispensa a fase de saturação. Em estudo piloto, apresentou biodisponibilidade cerca de duas vezes maior que a da creatina monohidratada (fhn Corp, 2024).

 

Esquecer onde deixou as chaves, perder o fio da conversa ou sentir mais dificuldade de concentração no fim do dia são situações comuns. A partir dos 40 anos, muitas mulheres percebem essas mudanças com mais frequência. A creatina, conhecida há décadas no contexto esportivo, vem ganhando espaço nas pesquisas por seu papel na energia do cérebro.

Por que a mente pode dar sinais de cansaço depois dos 40?

O cérebro representa cerca de 2% da massa corporal e consome aproximadamente 20% da energia do organismo em repouso (Forbes et al., 2022). Para manter atenção, memória e raciocínio, ele depende de um fornecimento constante de energia. Nas mulheres, o estrogênio atua como um importante regulador desse metabolismo energético e influencia a atividade da creatina quinase, enzima central do sistema da creatina (Smith-Ryan et al., 2021). Por isso, as pesquisas passaram a investigar o papel da creatina no climatério, período de transição hormonal que costuma começar por volta dos 40 anos.

Mulheres tendem a ter menos creatina no organismo

As mulheres apresentam estoques de creatina menores que os homens e níveis mais baixos de creatina no cérebro, especialmente no lobo frontal, região ligada à atenção, ao planejamento e à tomada de decisões (Smith-Ryan et al., 2021). A produção natural de creatina nas mulheres corresponde a cerca de 70% a 80% da observada nos homens (Gutiérrez-Hellín et al., 2025).

Como a creatina atua na energia do cérebro?

Dentro das células, a creatina é transformada em fosfocreatina, uma reserva de energia que regenera o ATP, a principal molécula de energia do organismo, de forma mais rápida que as demais vias (Forbes et al., 2022). A suplementação pode elevar os níveis de creatina no cérebro, na maioria dos estudos entre 3% e 10% (Forbes et al., 2022).

O que a ciência já demonstra e o que ainda está em estudo

Os estudos específicos com mulheres a partir dos 40 anos ainda são recentes, por isso a tabela abaixo separa os resultados consolidados dos que estão em investigação.

Tema O que os estudos mostram Nível de evidência
Memória Meta-análise de ensaios clínicos mostrou melhora da memória com a suplementação de creatina (Prokopidis et al., 2023) Demonstrado em estudos clínicos
Tempo de reação e creatina no cérebro Aumento da creatina nas regiões frontais do cérebro e melhora do tempo de reação em mulheres no climatério (Korovljev et al., 2026) Resultados iniciais, em investigação
Humor Em mulheres com depressão, a creatina associada ao antidepressivo promoveu melhora mais rápida dos sintomas (Lyoo et al., 2012) Em investigação, apenas com acompanhamento médico

Tabela 1. Evidências sobre creatina, cognição e humor (Prokopidis et al., 2023; Korovljev et al., 2026; Lyoo et al., 2012).

Estudo com mulheres no climatério traz resultados promissores

Um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo acompanhou 36 mulheres a partir dos 40 anos, com idade média de 50 anos, em fase de transição hormonal. Após 8 semanas, a suplementação aumentou os níveis de creatina no cérebro, principalmente nas regiões frontais, e melhorou o tempo de reação. O grupo que recebeu 1,5 g/dia também relatou menos cansaço e menos dificuldade de concentração em relação ao início do estudo (Korovljev et al., 2026). O estudo utilizou outras formas de creatina (cloridrato e éster etílico) e contou com poucas participantes, por isso seus resultados ainda são considerados preliminares.

Por que a creatina CLONAPURE® é uma escolha diferenciada?

Com a creatina convencional (monohidratada), os estoques do organismo aumentam de forma gradual e, com 3 g/dia, a saturação leva cerca de 28 dias (Hultman et al., 1996). A creatina CLONAPURE® é um complexo trimolecular patenteado que reúne a creatina monohidratada, a fosfocreatina, que é a forma de alta energia da creatina, e o sal de fosfato (Hernández-Bueno et al., 2025). Essa combinação oferece efeito imediato e dispensa a fase de saturação.

Em estudo piloto, a creatina CLONAPURE® apresentou biodisponibilidade cerca de duas vezes maior que a da creatina monohidratada (fhn Corp, 2024). Em estudo in vitro com células neuronais humanas, mostrou efeito na produção de ATP cerca de quatro vezes superior ao da creatina monohidratada (Hernández-Bueno et al., 2025).

Características e benefícios da creatina CLONAPURE®

Características

  • Dose de 1,8 g/dia, equivalente a 3 g de creatina convencional.
  • Menos arenosidade no paladar e ausência de sabor.
  • Vegana, sem glúten e sem lactose.
  • Pode ser manipulada em goma, sachê, chocolate e cápsula.

Benefícios

  • Efeito imediato, sem fase de saturação.
  • Suporte à energia do cérebro e às funções cognitivas.
  • Mais energia e disposição no dia a dia.
  • Praticidade para manter o uso diário.

 

Quer ver de forma rápida o que diferencia a creatina CLONAPURE® de uma creatina convencional? Confira nosso post no perfil do Instagram e compare a composição, fase de saturação e dose diária.

 

Perguntas frequentes sobre creatina para mulheres a partir dos 40 anos

Mulheres a partir dos 40 anos podem tomar creatina?

Sim. No estudo com mulheres a partir dos 40 anos, a creatina foi bem tolerada e não houve eventos adversos graves (Korovljev et al., 2026). A indicação, a dose e a forma de uso devem ser definidas por médico ou nutricionista, de acordo com o histórico de cada mulher.

 

A creatina melhora a memória?

Uma meta-análise de ensaios clínicos mostrou melhora da memória com a suplementação de creatina (Prokopidis et al., 2023). Em mulheres a partir dos 40 anos, a suplementação também aumentou os níveis de creatina no cérebro e melhorou o tempo de reação (Korovljev et al., 2026).

 

Referências científicas

  1. SMITH-RYAN, A. E. et al. Creatine supplementation in women’s health: a lifespan perspective. Nutrients, v. 13, n. 3, art. 877, 2021. DOI: 10.3390/nu13030877.
  2. PROKOPIDIS, K. et al. Effects of creatine supplementation on memory in healthy individuals: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Nutrition Reviews, v. 81, n. 4, p. 416-427, 2023. DOI: 10.1093/nutrit/nuac064.
  3. FHN CORP. Efeito da creatina monohidratada e Clonapure® na concentração plasmática de creatina: estudo clínico piloto. [S. l.]: fhn Corp, 2024. Dossiê do fabricante. Não publicado.
  4. FORBES, S. C. et al. Effects of creatine supplementation on brain function and health. Nutrients, v. 14, n. 5, art. 921, 2022. DOI: 10.3390/nu14050921.
  5. GUTIÉRREZ-HELLÍN, J. et al. Creatine supplementation beyond athletics: benefits of different types of creatine for women, vegans, and clinical populations: a narrative review. Nutrients, v. 17, n. 1, art. 95, 2025. DOI: 10.3390/nu17010095.
  6. KOROVLJEV, D. et al. The effects of 8-week creatine hydrochloride and creatine ethyl ester supplementation on cognition, clinical outcomes, and brain creatine levels in perimenopausal and menopausal women (CONCRET-MENOPA): a randomized controlled trial. Journal of the American Nutrition Association, v. 45, n. 3, p. 199-210, 2026. DOI: 10.1080/27697061.2025.2551184.
  7. LYOO, I. K. et al. A randomized, double-blind placebo-controlled trial of oral creatine monohydrate augmentation for enhanced response to a selective serotonin reuptake inhibitor in women with major depressive disorder. American Journal of Psychiatry, v. 169, n. 9, p. 937-945, 2012. DOI: 10.1176/appi.ajp.2012.12010009.
  8. HULTMAN, E. et al. Muscle creatine loading in men. Journal of Applied Physiology, v. 81, n. 1, p. 232-237, 1996. DOI: 10.1152/jappl.1996.81.1.232.
  9. HERNÁNDEZ-BUENO, A. et al. Clonapure® vs. creatine monohydrate on ATP synthesis in a human neuron cell line. Journal of Neurology and Experimental Neural Science, v. 7, art. 158, 2025. DOI: 10.29011/2577-1442.100058.

 

Material destinado ao profissional da área de saúde.

As informações compartilhadas neste blog têm a finalidade de fornecer conhecimento geral e não devem ser utilizadas como substituto da orientação de um profissional médico ou do tratamento de condições específicas. As informações apresentadas aqui não têm a intenção de diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado e de sua confiança para obter orientações personalizadas e adequadas ao seu caso.

 

 

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