Entendendo a resistência metabólica ao emagrecimento
A resistência metabólica ao emagrecimento é o conjunto de respostas biológicas ativado após a perda de peso para favorecer sua recuperação: queda do gasto energético em repouso, alterações hormonais duradouras e variabilidade genética individual na resposta a tratamentos, incluindoos análogos de GLP-1. Akkermat®, fitoativo de Capsicum frutescens com tecnologia FENUMAT™, atua sobre esse conjunto de mecanismos e pode ser incluído antes, durante e depois de tratamentos convencionais, apoiando a manutenção do peso ao longo da fase de transição terapêutica.
Perder peso é um evento pontual. Sustentar essa perda ao longo dos anos depende de mecanismos que seguem ativos muito depois de a balança parar de descer. Um ano após um programa de emagrecimento com dieta de valor calórico muito baixo, os hormônios ligados à fome permanecem alterados e favorecem o reganho (Sumithran et al., 2011). Seis anos após uma redução de peso expressiva, o gasto energético em repouso segue reduzido além do esperado pela composição corporal (Fothergill et al., 2016). Para o profissional da saúde, reconhecer esses mecanismos muda a forma de conduzir o acompanhamento a longo prazo.
Por que o gasto energético cai mesmo quando o paciente já estabilizou o peso?
O organismo ajusta seu gasto energético em repouso para um patamar mais baixo do que o previsto pela composição corporal, fenômeno descrito como adaptação metabólica.
Em participantes de um estudo acompanhados por seis anos após uma perda de peso expressiva, esse ajuste persistiu de forma mensurável, mesmo com parte do peso já recuperada (Fothergill et al., 2016). Na prática clínica, isso significa que o reganho não decorre necessariamente de falha na adesão do paciente. Trata-se de uma resposta fisiológica que precisa ser considerada na escolha da estratégia terapêutica.
A resposta a tratamentos para emagrecimento não é igual para todos os pacientes
Uma revisão sistemática com 14 estudos identificou variantes nos genes GLP1R, TCF7L2 e CNR1 associadas a diferenças na perda de peso obtida com análogos de GLP-1, ainda que a direção desse efeito varie entre os estudos (BouSaba et al., 2023). De todo modo, os achados reforçam que pacientes em protocolos semelhantes podem apresentar respostas distintas, mesmo sob o mesmo fármaco e a mesma dose. Como Akkermat® estimula a liberação endógena de GIP e GLP-1 por uma via própria, ligada ao receptor TRPV1, ele representa uma estratégia complementar para o manejo dessa variabilidade individual, sem depender do mesmo alvo farmacológico dos análogos sintéticos.
Existe um componente inflamatório por trás da resistência ao emagrecimento
O tecido adiposo em excesso mantém um estado inflamatório de baixo grau que contribui para a resistência ao emagrecimento. Os capsaicinoides presentes em Akkermat® atuam também nessa frente: a capsaicina inibe a degradação de IkB-α e reduz a ativação do NFkB em macrófagos (Kim et al., 2003), enquanto a di-hidrocapsaicina, também presente no ativo, reduz a inflamação por uma via que envolve o PPARγ e o LXRα (Hu et al., 2013). Esse mecanismo anti-inflamatório se soma à ação hormonal e termogênica do ativo, ampliando o alcance da estratégia terapêutica além do controle da fome.
Qual é o momento certo para incluir Akkermat® no tratamento?
Grande parte dos pacientes em uso de análogos de GLP-1 não pretende interromper o tratamento por completo, e a prática clínica caminha para protocolos de redução gradual de dose combinados a estratégias de suporte. Akkermat® pode ser incluído antes, durante e depois do uso de análogos de GIP e GLP-1, sustentando a produção natural desses hormônios em qualquer estágio da fase de transição terapêutica. Essa flexibilidade permite construir o protocolo em conjunto com o paciente, sem exigir a suspensão imediata do tratamento injetável para que os benefícios comecem a aparecer.
Estudos clínicos mostram a eficácia de Akkermat® na manutenção do peso perdido
Em estudos duplo-cegos e randomizados de 28 dias, foram constatados:
Perguntas frequentes sobre Akkermat® e a fase de transição
É possível iniciar Akkermat® ainda durante o uso de doses reduzidas de análogos de GLP-1, na fase de transição?
Sim. A literatura técnica de Akkermat® contempla seu uso antes, durante e após tratamentos com análogos de GIP e GLP-1, sustentando a produção endógena desses hormônios ao longo de toda a fase de transição terapêutica.
A variabilidade genética individual reduz a eficácia de Akkermat®?
Estudos de farmacogenômica mostram que polimorfismos em genes como GLP1R e TCF7L2 podem alterar a resposta a análogos sintéticos de GLP-1, embora os achados ainda não sejam consistentes entre os estudos (BouSaba et al., 2023). Por atuar por uma via fisiológica própria, ligada ao receptor TRPV1, Akkermat® representa uma estratégia complementar para o manejo dessa variabilidade.
Dado esse contexto, para quem Akkermat® é indicado?
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Referências científicas
Material destinado ao profissional da área de saúde.
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